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sábado, 27 de agosto de 2016

A diferença entre LDL e HDL colesterol

A diferença entre LDL e HDL colesterol

Concentrações elevadas de LDL podem lentamente se depositar nas camadas internas da parede arterial. Junto com outras substancias presentes no sangue formam a placa aterosclerótica, que é um depósito espesso e firme responsável pela obstrução das artérias. Nesta condição ocorre a aterosclerose.
HDL é o colesterol bom
Cerca de um terço a um quarto do colesterol é transportado por lipoproteínas de alta densidade HDL (high density lipoprotein). Concentrações elevadas de HDL aparentemente protegem o indivíduo contra o infarto do miocárdio. Concentrações  baixas de HDL, inferiores a 40 mg/dl, aumentam o risco de doença cardiovascular. Acredita-se que o HDL remove o excesso de colesterol da placa aterosclerótica, retardando ou inibindo a sua formação, além de transportar o colesterol de volta para o fígado, onde é novamente metabolizado. A elevação das concentrações do HDL é alcançada com exercícios, ausência do fumo e peso adequado. Há ainda evidências que o álcool, em pequenas quantidades, promove discreta elevação da concentração de HDL.
Concentrações adequadas de colesterol
Os níveis do HDL e LDL colesterol são medidas para a avaliação do risco de infarto. Concentrações de LDL colesterol abaixo de 100 mg/dl são considerados ótimos. Menos de 130 mg/dl são quase ótimos para a maior parte das pessoas. Níveis elevados de LDL colesterol mais de 160 mg/dl são indicativos de um risco aumentado de doença cardíaca.
Se possuir dois ou mais fatores de risco para doença cardiovascular, considera-se elevados níveis de LDL colesterol acima de 130 mg/dl. No caso de portadores de diabetes, o nível desejado de LDL colesterol é inferior a 100 mg/dl. No caso de portadores de doença coronária previa, os níveis desejados se reduzem ainda mais, para inferiores a 70 mg/dl. Estes são níveis dificilmente atingidos apenas com dieta adequada, muitas vezes necessitado de medicações especificas.
Portanto, quanto maior o risco de um evento cardíaco, mais baixos devem ser os níveis de LDL colesterol.
Triglicérides
Triglicéride é uma forma de gordura. É proveniente da alimentação, além de ser formado pelo organismo. Existe uma correlação positiva entre o LDL e os triglicérides. Indivíduos com concentrações elevadas de triglicérides normalmente apresentam concentrações elevadas de colesterol, com prevalência de LDL. Assim, triglicéride elevado é um fator de risco para doença coronariana. Valores até 150 mg/dl são considerados normais; entre 150 -199 mg/dl são considerados limítrofes; e entre 200 – 499 são considerados elevados.
Por: Dr. Pedro Farsky, diretor da SOCESP  – 2016
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

DISPLASIA MAMÁRIA


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Displasia Mamária
A displasia mamária ocorre de uma proliferação desordenada do tecido fibroso que sustenta as glândulas mamárias, levando à formação de pequenos nódulos ou cistos. Esses nódulos são dolorosos e aumentam a sensibilidade das mamas, sendo mais acentuado no período pré-menstrual.
É uma doença benigna, facilmente tratável, normalmente a displasia mamária é descoberta pela própria mulher ao realizar o auto-exame.
A displasia mamária não induz e nem se transforma em câncer de mama, podendo desaparecer espontaneamente.
Sob influência hormonal, principalmente estrógenos e progesterona (hormônios sexuais femininos), as mamas podem apresentar modificações fisiológicas com pequenas dilatações de seus ductos (canais) e as mulheres podem ser assintomáticas.
Os cistos são mais freqüentes no período reprodutivo da mulher, principalmente entre os 35 e 50 anos de idade, e são mais raros após a menopausa, se a mulher não estiver realizando reposição hormonal. Estas alterações normais são mais freqüentes em mulheres que não têm filhos ou tiveram há vários anos.
Raramente existe dor ou cistos mamários em mulheres que tiveram filhos ou amamentaram até dois anos atrás.
A dor é de fraca intensidade e piora com a preocupação por pensar que apresenta alguma doença das mamas ou quando está nervosa por outros motivos.
Os espessamentos e os nódulos, que geralmente são cistos, necessitam de avaliação do mastologista, que facilmente fará o diagnóstico diferencial.
Sinais e Sintomas:
- Aumento do volume das mamas;
- Consistências densas,
- irregulares e desiguais, semelhantes a um “saquinho de pedras”, no tecido mamário;
- Pequenos nódulos endurecidos e dolorosos ao toque;
- Dor nas mamas que aumenta no período pré-menstrual.
- Dor que chega, em alguns casos, a afetar as atividades diárias; Desconforto mamário melhora após cada período menstrual.
Mesmo sabendo que em 80% dos casos os nódulos são benignos, a mulher não deve deixar de fazer o autoexame e procurar um médico especializado.
Afinal, muitos sintomas de alterações benignas nas mamas são parecidos com os do câncer. Entre eles estão: diferença no formato dos seios, secreção no mamilo, dor localizada em uma parte do seio, caroços duros ou moles (não desaparecem após o início do período menstrual ou crescem), infecção da pele quando não desaparece com tratamento e mamilo invertido.
DICAS:
- Evite o estresse;
- Cuidado com os níveis de estrogênio elevado;
- Hereditariedade é um fator importante – aproximadamente uma em cada 10 mulheres que desenvolve a doença tem um parente com o problema;
- As dores mamárias cíclicas que acontecem sempre às vésperas da menstruação merecem orientações nutricionais e dietéticas restringindo sal, café, chocolates, refrigerantes, diminuindo a ingestão excessiva de alimentos gordurosos e aumentando a ingestão de água;
- Os sintomas se acentuam antes do período menstrual e melhoram imediatamente após;
- A terapia mais importante é o esclarecimento para a paciente de que esta não é portadora de doença maligna ou que predisponha ao carcinoma.
- A terapêutica é baseada principalmente na orientação verbal e psicoterapia de apoio;
- O auto-exame das mamas é de importância crucial para o diagnóstico precoce do câncer de mama, que por sua vez é decisivo para melhorar o prognóstico do tratamento.
Fique atenta e se encontrar algo diferente em suas mamas e procure seu ginecologista ou um mastologista.

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sábado, 6 de agosto de 2016

Tipos de Doenças Respiratórias

Asma

A asma é uma doença que afeta pessoas de todas idades, sendo mais frequente na infância. É caracterizada por um quadro inflamatório crônico dos brônquios, que ficam estreitos e diminuem a passagem do ar. Pessoas que são susceptíveis a doença apresentam sintomas como tosse frequente, dor e chiado no peito e dificuldade para respirar. Esta inflamação deixa as vias aéreas sensíveis ao ar frio, a fumaça do cigarro, produtos com cheiro extremamente forte e alérgenos.
As crises são compostas de falta de ar, tosse e sibilos (barulho provocado pela passagem de ar nas vias respiratórias estreitas). Elas podem ser controladas com o uso de medicação específica. Geralmente a asma desaparece com a idade, se persistir na fase adulta, a doença se agrava.

Fatores que causam asma

  • Alérgenos (alimentos que causam irritação, alergia);
  • Agentes irritantes (cigarro, cheiros fortes);
  • Poluição do ar;
  • Alternância de climas;
  • Genético.
Por ser uma doença delicada, é preciso que haja uma relação entre o paciente, a família e a equipe de saúde. Quando ocorre as crises, o paciente precisa da medicação e de uma pessoa em que ele confie e que lhe passe tranquilidade, pois o processo de falta de ar pode desesperar tanto o paciente como aquele que tem que lhe auxiliar.
No ambiente, deve ser retirado todas as coisas que possam causar alergias (ursos, cobertas felpudas, objetos que acumulem muita poeira), a higiene é muito importante. Na alimentação, deve-se ficar bem atento aos alimentos que provocam crises alérgicas e suspendê-los da dieta. Além disso, o paciente precisa fazer alguns exercícios físicos fisioterápicos para melhorar a respiração e resistência física.
Por ser uma doença crônica a asma não tem cura, porém pode ser tratada e controlada. Porém se não for tratada pode ter impacto sobre a qualidade de vida de quem tem a doença.

Bronquite

A bronquite é a inflamação no brônquios, diferente da asma ela pode ser causada por vírus e bactérias, sendo possível ser totalmente tratada. Quando inflamados, os brônquios ficam estreitos, os músculos em volta se estreitam e há aumento da produção do muco. Ela pode ser encontrada tanto como bronquite aguda ou como bronquite crônica, a diferença consiste no tempo de duração e agravamento das crises.

Bronquite aguda: provocada geralmente por um vírus ou bactéria, a bronquite aguda aparece subitamente e tem crises mais curtas (de uma a duas semanas). Ela apresenta tosse, expectoração de muco, estreitamento dos brônquios, mal-estar e dores na garganta.
No início a tosse é seca, depois o muco vai sendo secretado, alguns casos apresentam ardência no peito. Poeira, poluição do ar e agentes irritantes (cheiro de produtos químicos muito fortes pioram a inflamação, mas o cigarro é o principal responsável pelo agravamento). Se não tratada corretamente, pode desencadear um processo inflamatório levando a pneumonia.
Bronquite crônica: a bronquite crônica é caracterizada pelo excesso de muco que os brônquios secretam. É uma infecção que pode aparecer ao longo da vida da pessoa, num período de pelo menos três meses ao ano, por dois anos seguidos. As crises não cessam e sempre pioram logo pela manhã.
Devido a uma longa exposição ao cigarro (principal causador) e poluição, por exemplo, a mucosa dos brônquios sofre uma alteração, desregulando a produção de muco e inflamando os bronquíolos. Os sintomas da bronquite crônica são semelhantes ao da bronquite aguda: tosse com expectoração (catarro), chiado no peito, dificuldade na respiração e algumas vezes febre.

Como diferenciar asma de bronquite?

A asma se manifesta em forma de crises provocadas pelo fechamento das vias aéreas devido a inflamação. Se após uma crise, a pessoa voltar ao normal, sendo só um mal-estar passageiro, é asma. Como a bronquite produz uma tosse crônica, com catarro, se esta permanecer por mais de três meses, durante dois anos seguidos, é considerado bronquite. A crise de asma é reversível.

Sinusite

A sinusite é uma doença inflamatória que atinge as mucosas dos seios da face, que são cavidades existentes ao redor do nariz. Essas cavidades, através de pequenos canais, se comunicam com as fossas nasais. Para a saúde dessa região essas cavidades precisam estar ventiladas, porém quando ocorre algum tipo de obstrução nesses canais, o muco que era para ser liberado pelo nariz começa a acumular e a mucosa dos seios fica inchada, desencadeando o processo inflamatório.
As causas mais comuns são resfriado ou gripes frequentes, umidade relativa do ar baixa, desvio de septo, ou processos alérgicos. A sinusite pode ser caracterizada como aguda ou crônica.
Aguda: devido a infecção ser viral juntamente com ao resfriado ou gripeocorrência de dor nas áreas dos seios da face mais inflamado, podendo ser uma dor forte ou sensação de peso ou pressão na cabeça. Há obstrução nasal com secreção, que prejudica a respiração. Febre e cansaço também são frequentes.
Crônica: é caracterizada pela inflamação que dura pelo menos 3 meses consecutivos. Sendo o cansaço mais comum, mas não deixando de apresentar dores de cabeça, congestão nasal e coriza. Sua maior incidência é durante a noite e aumenta quando a pessoa se deita, pois a secreção escorre.

Rinite

A rinite é que uma reação exagerada do corpo a determinados elementos que não são agressivos ao corpo. Pessoas alérgicas apresentam reação a uma substância que para outra pessoa não provoca nada, como é o caso dos pelos dos animais. Para um alérgico, o organismo entende que o contato com aquele elemento é prejudicial ao corpo, sendo assim, ele provoca a obstrução nasal, espirros e coriza para evitar que o “vírus” entre no organismo.
As crises mais comuns são quando o alérgico entra em contato com: pólen, pelo de animal ou mofo, a poeira é o principal pois nela são encontrados os ácaros, que provocam reação alérgica. Os sintomas que aparecem logo em seguida, questão de segundos ou minutos, são a obstrução nasal (nariz entupido), espirros, coriza e coceira no nariz.
Para que o alérgico possa evitar suas crises, ele tem que eliminar os alérgenos (substâncias que causam alergia). Evitar ter tapetes e carpetes em casa, pois acumulam muito poeira; manter os ambientes bem arejados; usar produtos ou objetos anti-alérgicos, como travesseiros e ursos de pelúcia; trocar as roupas de cama uma vez por semana. A rinite não tratada aumenta a ocorrência de sinusites e otites.

Pneumonia

A pneumonia é um processo de infecção/inflamação que ocorre dentro dos pulmões. A doença ocorre quando um agente infeccioso (vírus, bactéria, parasita ou fungo) afeta os alvéolos pulmonares, local que precisa estar sempre limpo, livre de qualquer substância estranha, pois é onde ocorre as trocas gasosas.

Sintomas da Pneumonia

- Febre alta e fraqueza;
- Dor no tórax;
- Calafrios;
- Tosse com expectoração, podendo haver sangue;
- Respiração dolorosa e falta de ar;
- Confusão mental;
- Mal-estar generalizado.
A pneumonia é uma doença que afeta pessoas de todas as idades. A mais comum, em quase 50% dos casos é a infecção por uma bactéria chamada Pneumococo. As virais podem ser causadas por inúmeros vírus, inclusive pelo da gripe, chegando a ser mais perigosas que as bacterianas. O fungo Pneumocystis carinii é a causa mais comum para os portadores de AIDS que tiveram pneumonia. Outros fatores são:resfriados mal cuidados, mudanças bruscas de temperatura, álcool (baixa imunidade).
Para detectar a doença são realizados exames clínicos como radiografias e auscultação dos pulmões, exames de sangue e relato do paciente sobre os sintomas.

Tuberculose

tuberculose é uma doença altamente contagiosa, causada por um microorganismo chamado Mycobacterium tuberculosis, também conhecido por bacilo de Koch. Ela atinge principalmente os pulmões, ainda que possa se afetar outros órgãos do corpo humano. O contágio se dá de pessoa para pessoa, quando um doente tosse, partículas com o bacilo se dissipam no ar, podendo ser aspirado por qualquer pessoa, em especial aquelas que estão com baixo sistema imunológico deficiente, como portadores do vírus da AIDS e usuários de bebidas alcoólicas.
O primeiro contato com o vírus não necessariamente desenvolve a doença. Ou seja, ao entrar em contato com o bacilo, o corpo pode eliminá-lo; a bactéria pode ficar em estado latente e não desenvolver a doença; a tuberculose pode se desenvolver no primeiro contato (tuberculose primária); a doença ocorre anos após a contaminação ou após um novo contágio com um bacilo mais agressivo (tuberculose pós-primária).

Tosse contínua com duração de mais de quatro semanas, com produção de escarro, podendo apresentar sangue, febre, suor excessivo à noite, falta de apetite, perda de peso e fraqueza são os principais sintomas da tuberculose. Para diagnosticar a doença, o médico precisa dos exames laboratoriais das secreções pulmonares e escarro do paciente e uma radiografia do tórax. Detectada a doença, o paciente é encaminhado para o tratamento.
Lembre-se... 
Por ser uma doença altamente contagiosa, é necessário que todos fiquemos atentos a nossa saúde. Uma pessoa que não sabe que está doente, põe em risco todos a sua volta. Ao iniciar o tratamento, em apenas um mês o perigo de contagio cai consideravelmente.

Vacina BCG

Foi desenvolvida uma vacina que é utilizada na prevenção da tuberculose. A vacina BCG é aplicada em todos os recém-nascidos, tendo uma eficácia de 75% a 85% de prevenção contra a tuberculose. Em caso de confirmação do diagnóstico, os familiares que mantêm contato direto com o paciente devem se submeter a uma avaliação médica.

Enfisema Pulmonar

O enfisema pulmonar é uma doença respiratória que afeta o pulmão progressivamente, destruindo os alvéolos pulmonares, onde ocorre a troca gasosa do oxigênio pelo dióxido de carbono. Quase todos os casos estão associados ao hábito de fumar.
O primeiro sintoma é a falta de ar, porém quando ele aparece, indica um estágio avançado. Já que a doença só aparece quando um número considerável de alvéolos pulmonares estão destruídos e os restantes com a função comprometida. A entrada e a saída do ar dos pulmões também ficam comprometidas, pois há perda na elasticidade do órgão.
Por estar diretamente ligada ao fumo, quanto mais cedo se começa a fumar, mais cedo a doença surge. O enfisema pode ser controlado, porém nunca revertido.
O diagnóstico é feito através de exames físicos, história do paciente, avaliação pulmonar e um exame de sangue que fornece informações da oxigenação arterial. A única forma de prevenção é não fumar, pois é um benefício em qualquer estágio da doença.
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